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Secção espanhola da Amnistia Internacional espera que as empresas nacionais com interesses no Iraque tenham em conta os direitos humanos na sua estratégia de actuação no país, divulgou ontem a organização. A 1 de Julho, a AI fizera já chegar por escrito as suas
preocupações às empresas Repsol, Cepsa e Indra, entre outras, não tendo ainda recebido respostas. A AI pediu às empresas espanholas um compromisso explícito de que as suas actividades não terão impactes negativos na protecção dos direitos humanos da população iraquiana, os principais protagonistas e beneficiários de qualquer projecto que seja realizado na zona, qualquer que seja a sua natureza.
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