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Amnistia Internacional disse, esta segunda-feira, estar preocupada com a deterioração dos direitos humanos na Birmânia. O anúncio surge depois da organização ter sido impedida de ver Aung San Suu Kyi. Em Londres, dois representantes da Amnistia Internacional (AI), fizeram os primeiros comentários após uma visita à Birmânia, entre os dias 02 e 19 de Dezembro, durante a qual não foram autorizados a ver a Nobel da Paz e líder da oposição birmanesa. «Não obtivemos autorização para visitar Aung San Suu Kyi que se encontra em regime de residência vigiada», disse Catherine Baber, a «número dois» da AI para a região da Ásia-Pacífico." [
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