segunda-feira, maio 10, 2004
Presos da Carregueira Não Almoçaram para Protestar Contra Alegada Violência de Guardas
[10/05] No PÚBLICO: "Um grupo de 150 reclusos do Estabelecimento Prisional da Carregueira, no concelho de Sintra, recusou-se ontem a almoçar. A agência Lusa, citando um dos detidos, adiantou que aquela atitude foi uma forma de protesto contra a alegada violência exercida por guardas prisionais contra dois presos oriundos de países do Leste europeu. A mesma fonte referiu que os presos recusaram a refeição, preparando-se para fazer o mesmo ao jantar, "porque a violência numa cadeia é intolerável num regime que diz defender os direitos humanos". [notícia completa]
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3 comentários:
A carregueira ta a tratar mal os
recursos , um foi para Monsanto outro , jesus joao silveiro(386/1173) esta num manco que fazem maus tratos e truturas , quero fazer justiça _ os recursos sere humanos para verem que fazem aos respetivs recrusos ...agraecia que colaboraçem , obrigado .
Essas denúncias e as alegadas condições desse recluso já estão a ser investigadas pela AI. Obrigado
O Blogue 19 regista mas não dá, por princípio, seguimento a comentários anónimos aos seus posts. Porém a virtual gravidade da queixa apensa à notícia do jornal Público de 5 de Outubro de 2004 levou os seus administradores a transmitirem-na à Amnistia Internacional Portugal, que a levou ao conhecimento do Ministério da Justiça, que, ouvindo a Direcção Geral dos Serviços Prisionais, e esta o Estabelecimento Prisional da Carregueira (EPC), não confirma os factos relatados, nem o do diário nem o da queixa do dia 20 de Março. “Relativamente aos reclusos que alegadamente não almoçaram para protestar não existe qualquer registo no Estabelecimento de recusa de quaisquer reclusos em tomar as suas refeições normalmente, na data em causa ou seguintes”, afirma a direcção do EPC, o estabelecimento em causa. “No que toca à situação do recluso Jesus João Silvério, referimos que na data em causa se encontrava em regime de separação da restante população prisional por ter incendiado a sua cela de alojamento, colocando a sua vida e a de terceiros em perigo. Na mesma data partiu ainda uma mesa, uma cadeira e um lavatório da cela onde se encontrava em regime de separação da restante população prisional. A referida situação foi objecto de processo de inquérito que correu termos no EP tendo sido enviada cópia certificada dos mencionados autor para o Ministério Público de Sintra. O recluso em causa foi observado elos enfermeiros de serviço de três vezes por dia durante o tempo em que permaneceu no regime de separação. Recusou terapêutica desde 19.03.2010 até dia 24.03.2010, data em que também foi observada pela psicóloga, tendo a partir de então colaborado e iniciado a toma da medicação. Foi dada toda a assistência ao recluso Jesus Silvério, não correspondendo assim à verdade os comentários deixados por anónimo no Blogue da Amnistia Internacional de que teria sofrido torturas e maus-tratos”, termina o esclarecimento.
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