segunda-feira, março 07, 2005

Polémica sobre a morte de agente secreto morto no Iraque agita a Itália

No PÚBLICO: "A jornalista italiana Giuliana Sgrena, ferida por tiros americanos depois de um mês de cativeiro no Iraque, veio ontem reforçar a tese de que os disparos dos soldados a visavam pessoalmente. Dentro do próprio Governo italiano há também quem conteste a versão dos Estados Unidos de que se tratou de um acidente. Milhares de pessoas foram prestar homenagem ao agente dos serviços secretos que foi mortalmente baleado para salvar a vida da repórter do Il Manifesto. "Toda a gente sabe que os americanos não querem negociações para a libertação de reféns: então, não sei porque é que deveria excluir ter sido pessoalmente o alvo dos seus tiros", disse Giuliana Sgrena à cadeia de televisão Sky TG24. Na véspera, o seu companheiro, Pier Scolari, tinha acusado mais directamente ainda os americanos de terem disparado de propósito contra a jornalista que, segundo ele, "tinha informações e os militares americanos não queriam que ela saísse com vida". [notícia completa]

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