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sexta-feira, março 30, 2012

Exposição de cartoons “D!REITOS HUMANOS” em Leiria

A exposição de cartoons "D!REITOS HUMANOS", que assinala os 50 anos da Amnistia Internacional e os 30 da presença da organização em Portugal, vai estar de 13 a 27 de abril no Arquivo Distrital de Leiria.
A exposição, resultado da parceria estabelecida entre a Amnistia Internacional Portugal e a FecoPortugal-Associação de Cartoonistas, tinha já estado presente no 22º Festival Internacional de Banda Desenhada – AmadoraBD 2011. Agora estará patente em Leiria até 27 de abril, seguindo depois para outros pontos do país.
“D!REITOS HUMANOS" 50 anos de Amnistia Internacional no mundo e 30 anos de Amnistia Internacional em Portugal foi o tema escolhido aquando do convite endereçado aos cartoonistas de todo o mundo e foram 108 os autores humoristas gráficos que, de 38 países, enviaram cartoons para esta exposição.

domingo, agosto 07, 2011

Hoje: Documentário 'Amnistia Internacional: 30 anos em Portugal, 50 contra a opressão'

Neste ano de aniversários da Amnistia Internacional, a organização desafiou a RTP2 a desenvolver um documentário sobre o trabalho da organização desde a sua fundação. É o resultado deste desafio que será transmitido agora pela RTP2 no Domingo dia 7 de Agosto. Intitulado 'Amnistia Internacional: 30 anos em Portugal, 50 contra a opressão' produzido pela Companhia de Ideias e patrocinado pela RTP2 e pelo ICA – Instituto do Cinema e do Audiovisual, o documentário fala da história, das preocupações e dos desafios que a organização enfrenta ao celebrar 50 anos de existência da Amnistia Internacional e 30 de presença em Portugal. A não perder: Domingo, dia 7 de Agosto, às 19h30, na RTP2

sábado, julho 09, 2011

Um sol que nunca se põe - Victoria Matamoros


Não é um sol vermelho nem de sangue nem de fogo, mas gira e sai da tela como uma bola amiga, dá-se a quem o sentir assim. Apetece dizer-lhe: “Anda, vem!” É vida. Foi dos quadros que mais atraíram durante a Exposição Colectiva de Pintura 50 Anos, 50 Quadros, comemorativa do nascimento da Amnistia Internacional, em 1961, que decorreu entre o dia 14 de Maio e 29 de Junho na Vila Alda, em Sintra. Uma pessoa disse: “É uma bola de fogo.” Outra, ao lado, que sim, que era, mas que não queimava. E às duas meteu-se-lhes um silêncio no corpo e ficaram a olhar, a olhar. No fim da mostra, talvez por o ter pintado para todos, Victoria Matamoros, ofereceu-o à Amnistia Internacional Portugal – Grupo 19. Foi uma das prendas de anos da AI, movimento de direitos humanos tão mundial - e tão determinado - que para ele o sol nunca se põe. Título: “Sol del 2011”.

Victoria Matamoros, natural da Colômbia, é uma autodidacta baseada na interacção com outros artistas e assimilação de expressões sensíveis do universo de uma artista itinerante. Participou em mais de uma dezena e meia de exposições - Montana e razaz, Bogotá, Colômbia, em 1987, Hotel Mesón, Villa de Leyca, Colômbia, 1990, Verde Cardamomo, Huila, Colômbia, no mesmo ano, Vistas Aéreas, Bogotá, em 1993, Luces Americanas, na Expo 98, Sonhos de Piratas, Expo 98, Mar e Serra, Sintra, em 1998, Ares Ibérciso, Sintra, 2000, A Pena, Mouros e Amores, Sintra, em 2003, Deste e outros Mundos, Lisboa, 2004, Exposição Solidariedade Imigrante, Lisboa, 2004, Colectiva, Sintra, 2005, XII Encontro Anual de Artistas Plásticos, entre 2005 e 2010, Exposição Temporária no Pátio das Artes, no Estoril, entre 2007 e 2009, no Restaurante Galeria As Patrícias, nas Azenhas do Mar, em 2008, e no Restaurante Sopa da Avó, em 2010. E entre meados de Maio e o fim de Junho, este ano, na Exposição Colectiva de Pintura 50 Anos, 50 Quadros, comemorativa do nascimento da Amnistia Internacional, em 1961.

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A obra pode ser vista, a pedido, na sede da Amnistia Internacional Portugal, na Avenida Infante Santo, 42 - 2º, em Lisboa.

Retrato - de Marcos Marinheiro - de um mundo que ninguém quer


Um homem (já) sem rosto, à janela de um mundo cinzento, a escorrerem-lhe pelos ombros fios verdes e vermelhos que tanto podem ser de esperanças derretidas ou de sangue. Teve expressão – já não tem. Terá sorrido – já nem tem olhos, nem lábios. Perdeu a cara. Está reduzido à importância da gravata, que pelos vistos lhe valeu de pouco – e que aqui, aliás, o sufoca.

Depois ter tido identidade, e aparentemente alguma sorte, é um desrosto, uma desidentidade, os restos de uma vida. Depois de ter nascido, lutado, protestado, cedido, e por fim talvez gritado e enrouquecido, tem a fala reduzida a quatro dígitos: "2011".

[Há ali até uma luazinha eclipsada.]

É isto o que este quadro diz? Pode ser, pode não ser, é uma hipótese entre tantas, mas o mais importante é olhá-lo de frente, sem virar a cara, e tomá-lo como um aviso contra um mundo que ninguém quer – um mundo de cores desbotadas, de gente presa no silêncio, de sorrisos mortos, de esperanças derretidas, um mundo sem expressão, um mundo sem luz e sem direitos. Um mundo anónimo.

Pintou-o, com propósitos próximos destes, Marcos Marinheiro, um dos participantes da Exposição Colectiva de Pintura 50 Anos, 50 Quadros, comemorativa do nascimento da Amnistia Internacional, em 1961, que decorreu entre 14 de Maio e 29 de Junho na Vila Alda, em Sintra, que depois o doou ao Grupo 19, acompanhado de uma reflexão que tomamos a liberdade de reproduzir e que vale a pena ler e meditar.

“Pensei na situação do mundo actual.

Pensei na situação que atravessa o nosso país, nas dificuldades que atravessamos, mas acima de tudo nas limitações que persistem na sociedade portuguesa e na forma de estar perante a vida que constitui o ser português.

Pensei nos direitos das pessoas e como infelizmente pelo mundo fora, em tantos países, muitos dos direitos básicos não estão ainda assegurados.

Mas pensei também e senti, e foi isso que acabei por pintar, no como é possível haver violações dos direitos humanos em territórios ou contextos em que tal parecia já não ser possível.

Pensei nas formas mais sofisticadas e subtis de ausência de respeito pelo outro e numa sociedade em que tantas vezes, pelas mais diversas formas, se inibe ou coarta a liberdade de pensamento e de expressão do outro.

Reflecti como é estranho e perversa a incapacidade de convivermos com outras formas de estar e de pensar. Como a diferença incómoda e como a tentação de silenciar constitui uma tendência primária e primeira do ser humano.

Este é pois um quadro sobre o silenciamento – silenciamento do indivíduo em particular e da sociedade em geral, num ano em que Portugal se vê obrigado a pedir ainda mais dinheiro ao estrangeiro -, mas também sobre a Violência que está presente no não querer ouvir o outro.”


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A obra pode ser vista, a pedido, na sede da Amnistia Internacional Portugal, na Avenida Infante Santo, 42 - 2º, em Lisboa.

segunda-feira, junho 27, 2011

Vendidas sete das obras doadas ao Grupo 19


Embora não tão concorrida como teria sido desejável, a venda de obras da Exposição Colectiva de Pintura 50 Anos, 50 Quadros, promovida pela Amnistia Internacional Portugal - Grupo 19, realizada sábado na Vila Alda - Casa do Eléctrico, em Sintra, teve resultados animadores. Das obras doadas por alguns dos artistas plásticos participantes, sete foram vendidas. A estrutura operacional sintrense fica assim em melhores condições financeiras do que antes do evento, comemorativo do meio século do nascimento da organização internacional de direitos humanos, em 1961. Os resultados foram tanto melhores quanto coincidiu com a libertação, na Guiné Equatorial, dos sete presos de consciência adoptados pela estrutura sintrense do movimento. Um dos quadros, intitulado 2011, em homenagem à efeméride, não chegou a ser vendido. Mas o autor, Marcos Marinheiro, insistiu mesmo assim na sua entrega à AI Portugal - Grupo 19, devendo a obra ficar exposta na sede nacional, na Avenida Infante Santo, em Lisboa.

sexta-feira, junho 24, 2011

Venda de obras doadas à AI Grupo 19


A Amnistia Internacional Portugal – Grupo 19 promove no próximo sábado, dia 25, uma venda de obras doadas por alguns dos pintores participantes na Exposição Colectiva de Pintura 50 Anos, 50 Quadros, patente, numa parceria com a Câmara Municipal de Sintra, na Vila Alda – Casa do Eléctrico. O evento terá início às 15h00.

Inaugurada no dia 14 de Maio, no quadro das comemorações assinalando a criação desta organização internacional de direitos humanos, em 1961, a mostra foi vista por um elevado número de pessoas, atraídas pelo prestígio dos autores e pela qualidade dos trabalhos expostos.

Participam na exposição Almira Medina, António Sem, Carruço, Catarina Figueiredo, Clemente Lima, Edgardo Xavier, Eduardo Nascimento, Fernanda Páscoa, Henrique Gabriel, Hugo Travanca, Jorge Bandeira, Jorge Cardoso, Josefa Galhano, Lena Gal, Marcos Marinheiro, Mário Vinte e Um, Margarida Jardim, Maria José Ferreira, Teia Roriz, Vitoralves, Victoria Matamoros e Xicofran.

Os benefícios da venda revertem para a Amnistia Internacional Portugal – Grupo 19, organização não governamental de defesa dos direitos humanos independente de todos os poderes e sem fins lucrativos, cujo orçamento assenta exclusivamente nas quotas dos seus membros, doações e merchandinsing.

quinta-feira, junho 23, 2011

Leilão a favor da AI Grupo 19


A Amnistia Internacional Portugal – Grupo 19 promove no próximo sábado, dia 25, um leilão de obras doadas por alguns dos pintores participantes na Exposição Colectiva de Pintura 50 Anos, 50 Quadros, patente, numa parceria com a Câmara Municipal de Sintra, na Vila Alda – Casa do Eléctrico. O evento terá início às 15h00.

Inaugurada no dia 14 de Maio, no quadro das comemorações assinalando a criação desta organização internacional de direitos humanos, em 1961, a mostra foi vista por um elevado número de pessoas, atraídas pelo prestígio dos autores e pela qualidade dos trabalhos expostos.

Participam na exposição Almira Medina, António Sem, Carruço, Catarina Figueiredo, Clemente Lima, Edgardo Xavier, Eduardo Nascimento, Fernanda Páscoa, Henrique Gabriel, Hugo Travanca, Jorge Bandeira, Jorge Cardoso, Josefa Galhano, Lena Gal, Marcos Marinheiro, Mário Vinte e Um, Margarida Jardim, Maria José Ferreira, Teia Roriz, Vitoralves, Victoria Matamoros e Xicofran.

Os benefícios do leilão revertem para a Amnistia Internacional Portugal – Grupo 19, organização não governamental de defesa dos direitos humanos independente de todos os poderes e sem fins lucrativos, cujo orçamento assenta exclusivamente nas quotas dos seus membros, doações e merchandinsing.

domingo, junho 19, 2011

Leilão a favor da AI Grupo 19


A Amnistia Internacional Portugal – Grupo 19 promove no próximo sábado, dia 25, um leilão de obras doadas por alguns dos pintores participantes na Exposição Colectiva de Pintura 50 Anos, 50 Quadros, patente, numa parceria com a Câmara Municipal de Sintra, na Vila Alda – Casa do Eléctrico. O evento terá início às 15h00.

Inaugurada no dia 14 de Maio, no quadro das comemorações assinalando a criação desta organização internacional de direitos humanos, em 1961, a mostra foi vista por um elevado número de pessoas, atraídas pelo prestígio dos autores e pela qualidade dos trabalhos expostos.

Participam na exposição Almira Medina, António Sem, Carruço, Catarina Figueiredo, Clemente Lima, Edgardo Xavier, Eduardo Nascimento, Fernanda Páscoa, Henrique Gabriel, Hugo Travanca, Jorge Bandeira, Jorge Cardoso, Josefa Galhano, Lena Gal, Marcos Marinheiro, Mário Vinte e Um, Margarida Jardim, Maria José Ferreira, Teia Roriz, Vitoralves, Victoria Matamoros e Xicofran.

Os benefícios do leilão revertem para a Amnistia Internacional Portugal – Grupo 19, organização não governamental de defesa dos direitos humanos independente de todos os poderes e sem fins lucrativos, cujo orçamento assenta exclusivamente nas quotas dos seus membros, doações e merchandinsing.

sexta-feira, junho 17, 2011

Leilão a favor da Amnistia Grupo 19


A Amnistia Internacional Portugal – Grupo 19 promove no próximo sábado, dia 25, um leilão de obras doadas por alguns dos pintores participantes na Exposição Colectiva de Pintura 50 Anos, 50 Quadros, patente, numa parceria com a Câmara Municipal de Sintra, na Vila Alda – Casa do Eléctrico. O evento terá início às 15h00.

Inaugurada no dia 14 de Maio, no quadro das comemorações assinalando a criação desta organização internacional de direitos humanos, em 1961, a mostra foi vista por um elevado número de pessoas, atraídas pelo prestígio dos autores e pela qualidade dos trabalhos expostos.

Participam na exposição Almira Medina, António Sem, Carruço, Catarina Figueiredo, Clemente Lima, Edgardo Xavier, Eduardo Nascimento, Fernanda Páscoa, Henrique Gabriel, Hugo Travanca, Jorge Bandeira, Jorge Cardoso, Josefa Galhano, Lena Gal, Marcos Marinheiro, Mário Vinte e Um, Margarida Jardim, Maria José Ferreira, Teia Roriz, Vitoralves, Victoria Matamoros e Xicofran.

Os benefícios do leilão revertem para a Amnistia Internacional Portugal – Grupo 19, organização não governamental de defesa dos direitos humanos independente de todos os poderes e sem fins lucrativos, cujo orçamento assenta exclusivamente nas quotas dos seus membros, doações e merchandinsing.

Amnistia Internacional – 50 Anos

No blogue SM2ME: "A Amnistia Internacional faz 50 anos de existência e como é habitual oferece-nos mais um extraordinário anúncio. Realizado por Carlos Lascano e com Música do premiado Hans Zimmer em equipa com Lorne Balfe, são 2 minutos de pura magia audiovisual." [post integral]

AMNESTY INTERNATIONAL - 50 years from Carlos Lascano on Vimeo.

terça-feira, junho 14, 2011

Amnistia Internacional online

Na Ecclesia: "O sítio que esta semana sugerimos nunca é demais ser referenciado e acima de tudo, nunca é em excesso alguma publicidade que se possa fazer. A nossa sugestão passa por uma visita atenta e cuidada ao espaço virtual da Amnistia Internacional Portuguesa. [...] (Notícia)

sexta-feira, junho 03, 2011

Amnistia Internacional : 50 anos em 2:22 minutos



A Amnistia Internacional nasceu no dia 28 de Maio de 1961. Nenhum filme dura 50 anos. Este que aqui mostramos é a aproximação possível, em poucos minutos, a décadas de luta pelos direitos humanos.

quinta-feira, junho 02, 2011

Sessão da AI na Cova da Moura


A Amnistia Internacional faz 50 anos e quer celebrar isso contigo - diz o cartaz, que circula na Cova da Moura, onde o Grupo 19 vai estar no próximo sábado numa sessão promovida em parceria com a Associação Cultural Moinho da Juventude. O objectivo é simples: mostrar a quem vier ter connosco que todos nascemos com direitos naturais, universais e indivisíveis. O encontro será na Travessa do Outeiro, número 1, às 15h00. Em matéria de direitos humanos todos somos chamados a promovê-los e a defendê-los independentemente da raça, sexo, credo, nacionalidade, condição social, escolha política ou orientação sexual.

Brinde do 19 à Amnistia e à Liberdade II


Outra foto das várias do brinde do Grupo 19, no dia 28 de Maio, à Amnistia e à Liberdade. Com outros rostos que foram chegando ao longo da noite, que acabou numa saudável discussão sobre a necessidade de ousar e denunciar os atropelos aos direitos humanos, onde quer que sejam, incluindo em Portugal.