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sábado, dezembro 10, 2011

Três mulheres recebem o Nobel da paz

Na AFP: "OSLO, Noruega — A presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, a também liberiana Leymah Gbowee e a iemenita Tawakkol Karman, figura de liderança da "primavera árabe", receberam neste sábado, em Oslo, o prêmio Nobel da paz, concedido a elas por destacarem o papel das mulheres na resolução de conflitos. "Vocês representam uma das forças motrizes mais importantes da mudança no mundo de hoje: a luta pelos direitos humanos em geral e a das mulheres pela igualdade e a paz, em particular", declarou o presidente do comitê Nobel, Thorbjoern Jagland, durante a entrega do prêmio." [notícia integral]

sábado, outubro 08, 2011

Nobel Peace Prize recognizes struggle for women’s rights

This year’s Nobel Peace Prize recognizes the work of activists to defend the rights of women around the world, Amnesty International said today.

The Nobel Committee divided the 2011 award in three parts between Liberian President Ellen Johnson Sirleaf, Liberian activist Leymah Gbowee and Yemeni activist Tawakkol Karman.

"This Nobel Peace Prize recognizes what human rights activists have known for decades: that the promotion of equality is essential to building just and peaceful societies worldwide", said Salil Shetty, Secretary General of Amnesty International.

"The tireless work of these and countless other activists brings us closer to a world where women will see their rights protected and enjoy growing influence at all levels of government."

[...]

Amnesty International

Nobel da Paz para T. Karman, E. J. Sirleaf e L. Gbowee

No Público: "O comité norueguês decidiu atribuir o Nobel a estas três mulheres - as liberianas Ellen Johnson Sirleaf e Leymah Gbowee e a iemenita Tawakkul Karman - pela sua luta pacífica em nome dos direitos das mulheres. "Não podemos alcançar a democracia e a paz duradoura no mundo a menos que as mulheres tenham as mesmas oportunidades do que os homens", escreve o comité em comunicado." (Notícia integral)

segunda-feira, setembro 26, 2011

Morreu Wangari Maathai, Nobel da Paz de 2004

No Público: "A queniana Wangari Maathai, Nobel da Paz em 2004 pelo seu trabalho em nome do desenvolvimento sustentável, paz e democracia, morreu este domingo aos 71 anos com cancro." (Notícia integral)

terça-feira, dezembro 14, 2010

Book of Liu Xiaobo poetry to be published in English

No Guardian: "Minneapolis-based independent publisher Graywolf Press has bought world rights to a first English-language collection of poetry by Chinese poet and newly anointed Nobel peace laureate Liu Xiaobo." (Notícia)

segunda-feira, dezembro 13, 2010

Richard Gere reclama ante la ONU libertad para Liu Xiaobo

No EL PAÍS: "El actor Richard Gere se unió a una coalición de tibetanos, chinos y organizaciones internacionales de derechos humanos para celebrar la concesión del Premio Nobel de la Paz al disidente pacifista Liu Xiaobo y solicitar al Gobierno chino que lo libere. La conferencia de prensa se celebró ante el edificio de Naciones Unidas en Nueva York." (Notícia)

quinta-feira, dezembro 09, 2010

EUA estarão presentes na homenagem a Liu Xiaobo

Na Lusa: "A Casa Branca defendeu hoje que o Prémio Nobel da Paz deste ano, o dissidente chinês Liu Xiaobo, devia poder receber em pessoa o galardão na cerimónia a realizar na sexta-feira em Oslo, Noruega. Na ronda diária com a imprensa, o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, indicou que o governo norte-americano estará representado na cerimónia pelo embaixador na Noruega, Barry White. A cerimónia de entrega do prestigiado prémio será simbólica, uma vez que o dissidente chinês e ex-professor Liu Xiaobo não estará presente, bem como nenhum dos seus familiares, incluindo a sua mulher Liu Xia, atualmente em prisão domiciliária. A China, que descreveu como "obscena" a distinção atribuída a Liu Xiaobo, instou diversos países a não participarem na cerimónia em honra do laureado. Liu Xiaobo, condenado em Dezembro de 2009 a 11 anos de prisão por "actividades subversivas", foi distinguido pelo Comité Nobel norueguês "pela sua longa e não violenta luta pelos direitos fundamentais na China"

Vigília de solidariedade com Liu Xiaobo


Manifestação a favor de Liu Xiaobo


O activista chinês Liu Xiaobo, Prémio Nobel da Paz 2010, está a cumprir pena de 11 anos de prisão por divulgação, na Internet, da Carta 08, em que pedia reformas graduais, conducentes a uma China democrática e respeitadora dos direitos humanos.

Liu foi acusado de "subverter o poder do Estado". O que defendeu, porém, está garantido pela própria Constituição da República Popular da China e o Plano Nacional da China de Acção para os Direitos Humanos (2009-2010), publicado pelo Gabinete do Conselho de Estado da República Popular da China, em Abril de 2009.

Liu Xia, mulher de Liu Xiaobo, está também detida, em prisão domiciliária, desde que foi visitar o marido à prisão para lhe comunicar a atribuição do Prémio, não lhe tendo sido atribuído qualquer delito.

Ninguém da família de Liu Xiaobo foi autorizado a deslocar-se a Oslo para receber o Prémio Nobel e o Embaixador da China tem feito pressão junto dos outros colegas acreditados em Oslo para que os seus governos não assistam à entrega do galardão.

Os governos da União Europeia estarão representados, mas houve seis que declararam que boicotariam a cerimónia, entre eles o Cazaquistão, Rússia, Cuba, Marrocos e Iraque, e 16 que não responderam ao convite do Comité Nobel para estarem presentes.

Tradicionalmente, no dia 10 de Dezembro, às 19h00 realiza-se em Oslo um desfile de archotes em honra do Prémio Nobel da Paz desse ano. O laureado costuma assistir a este desfile na varanda do Grande Hotel de Oslo. Como este ano o premiado não poderá estar presente, por estar preso, a Amnistia Internacional convida os seus activistas a realizarem cerimónias com velas ou archotes nesse dia, à mesma hora.

Por proposta da Amnistia Internacional Portugal - Co-Grupo China, a Amnistia Internacional Portugal - Grupo 19 pede aos seus membros, apoiantes e simpatizantes, e bem assim à população sintrense, que, em sítio visível acendam velas, ou archotes.

China atribui prémio da paz na véspera da entrega do Nobel

No PÚBLICO: "Pequim voltou a insistir na retórica contra a atribuição do Nobel da Paz ao dissidente chinês Liu Xiaobo, na véspera da entrega do prémio, amanhã, em Oslo. E, pela primeira vez, instituiu um prémio anual que diz ser uma versão oriental – mas não uma resposta – da celebração da paz." (Notícia)

quarta-feira, dezembro 08, 2010

China must end human rights crackdown in advance of Nobel award

COMUNICADO

Amnesty International is today calling on the Chinese government to end its intensifying crackdown on Chinese human rights activists ahead of the Nobel Peace Prize awards ceremony in Oslo on 10 December.[Texto integral]

terça-feira, dezembro 07, 2010

China calls Nobel peace prize supporters 'clowns'

No Guardian: "Supporters of this year's Nobel peace prize, which honours a jailed Chinese dissident, are "clowns" perpetrating a farce, the foreign ministry in Beijing said today." (Notícia)

China e mais 18 países faltam à cerimónia do Nobel da Paz


Manifestação da AI a favor da libertação imediata de Liu

No PÚBLICO: "A China e mais outros 18 países recusaram estar presentes sexta-feira em Oslo para a cerimónia de entrega do prémio Nobel da Paz, atribuído pelo comité norueguês ao dissidente chinês Liu Xiaobo." (Notícia)

sexta-feira, novembro 19, 2010

Liu Xiaobo's Nobel peace prize may not be given out at December ceremony

No Guardian: "The Nobel peace prize may not be handed out this year because China is unlikely to let any of jailed winner Liu Xiaobo's family attend the ceremony, a Nobel official announced today, saying that China's campaign against the award was unprecedented. Six countries have refused to attend the gala in Oslo on 10 December following pressure from China for a boycott." (Notícia)

quinta-feira, novembro 18, 2010

El Comité del Nobel de la Paz retrasa la entrega del premio por la ausencia de Liu

No EL PAÍS: "La ceremonia anual de entrega del Premio Nobel de la Paz, concedido al disidente encarcelado Liu Xiaobo, estará este año muy deslucido, ante la imposibilidad de que acudan a recibirlo el propio galardonado, su esposa, Liu Xia, que se encuentra bajo arresto domiciliario, o algún otro familiar. El comité del premio ha confirmado a The New York Times que probablemente se deba retrasar la entrega formal del diploma, la medalla y los 1,5 millones de dólares (1,1 millones de euros) que conforman el galardón, aunque sí se celebrará el resto del acto." (Notícia)