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domingo, março 13, 2011

China decreta la 'muerte civil' del Nobel de la Paz


No EL PAÍS (Espanha): "Cuando el comité del Nobel de la Paz concedió el galardón de 2010 al disidente chino encarcelado Liu Xiaobo, su esposa, Liu Xia, se quedó totalmente sorprendida. Pensaba que las presiones diplomáticas que había ejercido el Gobierno de Pekín para evitar que su marido recibiese el premio eran tan fuertes que darían fruto. No fue así. El comité noruego resistió y Liu Xia saboreó aquel 8 de octubre uno de los momentos más dulces de su vida tras años de miedo, amenazas y separación forzada de su esposo. Ese mismo fin de semana, la policía le acompañó a visitarle en la cárcel de Jinzhou (provincia nororiental de Liaoning), donde su marido cumple una pena de 11 años por incitar a la subversión contra el poder del Estado." (Notícia)

sábado, dezembro 04, 2010

Liberdade para Liu Xiaobo


Concentração da AI a favor de Liu aquando da visita de Hu Jintao a Portugal

À medida que se aproxima a cerimónia de entrega do Prémio Nobel da Paz, este ano atribuído ao activista pelos direitos humanos chinês Liu Xiaobo, a Amnistia Internacional Portugal voltar a chamar a atenção para o seu caso. Recordamos que se encontra a cumprir uma pena de 11 anos de prisão, e que a sua situação de isolamento se agravou após o anúncio do prémio. Para além disso, a sua mulher foi colocada em prisão domiciliária para a impedir de visitar o marido ou de manter qualquer contacto.

É muito importante que se faça pressão junto das autoridades chinesas para que libertem Liu Xiaobo e a sua mulher Liu Xia.

Assine o apelo dirigido ao Presidente da República Popular da China.

Aproveite também para escrever uma mensagem de solidariedade para Liu Xiaobo que a Amnistia Internacional se encarregará de fazer chegar à prisão onde ele se encontra.

Basta imprimir, assinar e devolver este postal, para:

Co-Grupo da China
Avenida Infante Santo, 42, 2º
1350-179 Lisboa

Liu Xiaobo está a cumprir pena de 11 anos de prisão por ter divulgado na Internet a Carta 08, em que pedia reformas graduais, conducentes a uma China democrática e respeitadora dos direitos humanos. Liu Xiaobo foi punido por ter usado o seu direito à liberdade de expressão, consagrado no Artigo 35º da Constituição da República Popular da China. Foi acusado de "subverter o poder do Estado". E tudo o que ele aí defende está garantido pela Constituição da República Popular da China ou pelo Plano Nacional da China de Acção para os Direitos Humanos (2009-2010) publicado pelo Gabinete do Conselho de Estado da República Popular da China, em 13/4/2009.

A mulher de Liu Xiaobo, Liu Xia está, ilegalmente, em prisão domiciliária, desde que foi visitar o marido à prisão para lhe comunicar a atribuição do Prémio, não lhe tendo sido atribuído qualquer delito.