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BBC Brasil: "A Marinha chilena admitiu pela primeira vez que houve prática de tortura em um de seus navios-escola pouco após o golpe militar de 1973. O comandante da Marinha, almirante Miguel Angel Vergara, afirmou que a sua força lamenta profundamente os abusos ocorridos a bordo do Esmeralda. O navio se tornou um símbolo para ativistas defensores dos direitos humanos. Em suas viagens ao exterior, ele foi muitas vezes recebidos nos portos por manifestantes. Recentemente, o Chile publicou pela primeira vez um relatório oficial sobre a tortura, afirmando que cerca de 30 mil pessoas sofreram maus-tratos. O Exército chileno também admitiu participação nos crimes." [
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